Entrevista com Romildo do Rêgo Barros

A transmissão da psicanálise às novas gerações

De Freud e Lacan, passando por Marx e pela especificidade com que se pode aplicar o termo “jovem” ao psicanalista, abordamos duas questões caras à psicanálise: tempo e transmissão. A partir da pergunta acerca da transmissão da psicanálise às novas gerações tivemos uma breve e interessante conversa com o psicanalista Romildo do Rêgo Barros, da Escola Brasileira de Psicanálise. Ao abordar esses temas, é o vigor e a duração da psicanálise que se encontram também em discussão.

O que pode atentar contra a psicanálise é uma modificação no real. Apareceria então, como conseqüência, algo melhor do que a psicanálise para dar conta do real. Um momento, por exemplo, em que os psicanalistas se vejam impotentes diante de novas formas sintomáticas. Enquanto os psicanalistas conseguirem dar respostas novas para as disfunções provocadas pelo real, não há nenhuma razão para que ela acabe. Ela vai acabar um dia, por que não, mas não acredito que seja depois de amanhã.

Leia a entrevista aqui.

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