A SUBVERSOS, fundada em 2006, se propõe a fazer circular produtos escritos, resultados do engajamento de autores em trabalhos singulares que desafiam discursos dominantes.

Voltada inicialmente para publicações psicanalíticas, a SUBVERSOS tem mantido um diálogo vivo e aberto também com outras áreas, tais como arte, literatura, política e filosofia.

Os livros da SUBVERSOS estão disponíveis nas livrarias:

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Livraria

Universo Psi

(Campus da Praia Vermelha da UFRJ)

(21) 2541-8791 / 2244-7693


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Urgência Sem Emergência?   Em parceria com o Instituto de Clínica Psicanalítica do Rio de Janeiro – 2008/2012

A publicação é o produto de um colóquio homônimo: reúne os textos apresentados durante o evento assim como os debates que seguiram. Além disso, reúne textos inéditos sobre o tema das urgências e emergências no campo da Saúde Mental. Tendo se tornado uma referência em sua área, uma segunda edição foi lançada no segundo semestre de 2012.

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Patu – A mulher abismada  Ana Lúcia Lutterbach Holck – 2009

Reunião de textos relativos à experiência de fim de análise da psicanalista Ana Lúcia Lutterbach Holck, membro da Escola Brasileira de Psicanánalise (EBP) e da Associação Mundial de Psicanálise (AMP). O livro encontra-se em sua segunda edição.

 

 

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Um início na vida  
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  Jacques-Alain Miller – 2009

Do  psicanalista Jacques-Alain Miller, membro da École de la Cause Freudienne (ECF), de Paris, e da Associação Mundial de Psicanálise (AMP), genro e herdeiro da obra do renomado psicanalista francês Jacques Lacan, o livro reúne textos escritos durante a juventude do autor, dentre os quais, uma entrevista feita com o filósofo Jean-Paul Sartre.

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Ódio, segregação e gozo  |  Romildo do Rêgo Barros e Marcus Vieira (Org.) Em parceria com o Instituto de Clínica Psicanalítica do Rio de Janeiro – 2013

Em maio de 2010, o Instituto de Clínica Psicanalítica do Rio de Janeiro e a Seção-Rio da Escola Brasileira de Psicanálise organizaram o Colóquio Figuras Lacanianas da Crueldade: Segregação, Ódio e Gozo, que coordenado por Marcus André Vieira e Romildo do Rêgo Barros. Participaram do colóquio Antônio Teixeira e Ram Mandil, psicanalistas de Belo Horizonte, Ana Lucia Lutterbach Holck e Cristina Duba, psicanalistas do Rio de Janeiro,Cláudio Oliveira, o filósofo da UFF  e o sociólogo Luiz Eduardo Soares. Do trabalho ali realizado, entre os textos apresentados e um vivo debate, tensionados entre o extremo da clínica psicanalítica e impasses da civilização, surgiu a ideia de se confeccionar esse livro. Ódio, segregação, gozo, ato, capitalismo, burocracia… pontos limites que foram costurados por um fio de delicadeza. Eis um trabalho percorrido de uma forma surpreendente; uma leitura para além de versões do senso comum.

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O QUE SE PASSA? Análises lacanianas e outras histórias  |  Em parceria com o a Escola Brasileira de Psicanálise – 2013

O que se extrai de uma análise? Qual a transmissão possível a partir dela? Que consequências políticas extrair de seu testemunho? Essas e outras perguntas levaram a Seção-Rio da Escola Brasileira de Psicanálise a promover a atividade Mesa de Passe, coordenada por Ana Lucia Lutterbach Holck.

Mesa de Passe se centrou em entrevistas e textos apresentados a partir da proposta do passe, de Jacques Lacan. Havendo o reconhecimento da experiência de um impossível que se desenhou em um percurso de análise – um impossível que cria os possíveis na vida de alguém – há uma nomeação,  Analista de Escola (AE), e uma tarefa: o AE porta por três anos a tarefa de testemunhar o que se transmite de sua análise com um novo endereçamento em vista, a Escola.

Esta publicação é o resultado da experiência de um encontro do passe com as questões políticas que dele surgem para a Escola de psicanálise. Pois, se o coração da experiência de uma análise se constitui a partir de restos do dizer, é com tais restos que se poderá fazer valer a política de uma Escola de analistas.

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Capa final aberta com sangria- 1200 - v3.tifA ordem simbólica no século XXI não é mais o que era. Quais as consequências para o tratamento? Coletânea de textos do VIII Congresso da Associação Mundial de Psicanálise  |  Em parceria com o a Associação Mundial de Psicanálise – 2013

As 416 páginas deste livro, lançamento da Associação Mundial de    Psicanálise em parceria com a Subversos, são compostas por algumas linhas de força, vigorosas e sutis, que engenhosamente amarram o leitor que se propuser a lê-las.

Sente-se, por um lado, o peso e a seriedade do trabalho de uma coletividade – psicanalistas que se reúnem pela Orientação Lacaniana – e, por outro, a vivacidade impressa pelo trabalho singular de cada psicanalista cujo texto apresentado no VIII Congresso da Associação Mundial de Psicanálise aqui se vê registrado. O esforço de transmissão presente em todos os textos não é sem consequências.

Interpretação, transferência, feminilidade, tecnociência, supervisão e psiquiatria são os eixos temáticos em torno dos quais giram os textos e os debates. Como a psicanálise se vira diante dos impasses da contemporaneidade em que capitalismo e ciência se vinculam?

Em meio a intensos debates, o livro é atravessado – e aí está sua maior riqueza – por testemunhos de psicanalistas que, ao concluírem suas análises, sentiram-se convocados a transmitir o intransmissível de suas experiências analíticas. Temos acesso, através destes testemunhos, à singularidade em sua potência extrema, e é por via delas, por mais contraditório que possa parecer, que obtemos o melhor viés para pensarmos o Outro de nossos tempos.

 

capa-circulando-3Circulando: invenções no autismo e na psicose | Ana Beatriz Freire e Fabio Malcher (Org.) – 2014

A discussão em torno do autismo alcançou visibilidade no Brasil recentemente, depois de ganhar um maior destaque das políticas públicas. Para todo um grupo de atores da saúde mental, evidenciou-se, por meio de direções de tratamento já existentes, que atuar no autismo e na psicose com crianças e adolescentes é um trabalho que envolve vários profissionais, assim como o laço com a cidade.

Essa coletânea torna público o projeto Circulando, que centra seu trabalho nas invenções das crianças e jovens que dele participam. As invenções partem das descobertas e surpresas de cada criança e adolescente atendido. O percurso, intenso e delicado, de alguns com essas invenções, assim como a tentativa dos clínicos em se fazerem parceiros desse percurso, são trabalhados e apresentados ao leitor no decorrer do livro.

O projeto Circulando, desenvolvido em uma parceria da Universidade Federal do Rio de Janeiro com o Instituto Municipal Philippe Pinel, tem por objetivo ampliar as discussões em torno do tema e diminuir os efeitos que a discriminação e a segregação podem provocar quando aliadas a um saber que se quer totalizante.

 

Ed%20copy 2Primo Levi: a escrita do trauma | Lucíola de Freitas Macêdo – 2014

Lucíola Freitas de Macêdo, psicanalista e poeta radicada em Belo Horizonte, tomou Primo Levi como autor, e em torno de sua obra elaborou uma pesquisa, agora tornada livro recém-publicado pela editora Subversos. Injusto seria afirmar que essa pesquisa teve Primo Levi como único objeto. Melhor destacar um percurso feito, segundo Lucíola, em “rodopios” que visaram a costura entre a história de Levi, o trauma do Campo de Concentração e a experiência da escrita. Lucíola abordou essa triangulação de diversas e delicadas formas, extraindo da obra de Levi um fio condutor em torno da angústia, que lhe voltava, por exemplo, em pesadelos recorrentes, e que Levi se viu impelido a tratar pela via da escrita. A leitura de Primo Levi, a escrita do trauma é belamente marcada pela própria leitura de Lucíola sobre a operação de Levi com as letras: a de um trabalho incansável a partir da escrita e do testemunho em torno do impossível de dizer. É justamente sobre o paradoxo que se abre entre a possibilidade de se transmitir algo de uma experiência traumática – aquela que constituiu Levi sobrevivente de um Campo de Concentração nazista – e a impossibilidade de se colocar em palavras essa experiência que se sustenta a pesquisa de Lucíola em torno da obra de Primo Levi. Segundo a autora, é na tensão entre o poético e o político que Levi escreve e transmite o intransmissível. A aposta da editora Subversos é a de que este livro de Lucíola Freitas de Macêdo em torno do testemunho e da escrita única de Primo Levi possa reverberar em cada leitor, despertando nele as tonalidades poéticas e políticas que fizeram de Levi um autor único.

 

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